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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

NÃO SOMOS JUÍZES. JUÍZO POVO!

Porque do mesmo modo que julgardes, sereis também vós julgados e, com a medida com que tiverdes medido também vós sereis medidos.

Mateus 7,2

Tenho acompanhado o caso ""Nardoni"" pela televisão, rádio, jornais, revistas, internet como centenas de milhares de brasileiros. Um festival de horror que parece não ter fim. O que mais intimida meu raciocínio sobre o bem e o mal e minha esperança no ser humano não é o caso em si, que, diga-se de passagem, é uma afronta à civilização; mas o modo com que ele desencadeou em um número significativo de pessoas da sociedade brasileira a crueldade, o rancor, o desejo em fazer justiça com as próprias mãos.

Pessoas de todos os níveis sociais, de diferentes faixas etárias por diversos motivos pessoais e ou coletivos, saíram de suas residências, algumas, há kilometros de distância para participar do grande ""circo de horrores"" armado diante do prédio do casal indiciado, defronte à casa dos familiares e da delegacia. Para os que moram em regiões mais distantes, como eu, centenas de jornalistas empunhados de dezenas de cabos, luzes e câmeras se atropelam na busca do melhor ângulo; o que na maioria das vezes é conseguir as imagens mais chocantes, humilhantes, degradantes de cada desfecho da epopéia cruenta.

Escrito por: Mis. Aristides Madureira

Leia mais: www.editoraapartilha.com.br

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